sexta-feira, 24 de abril de 2015

Vingadores 2 já nos cinemas

Os fanáticos por adaptações de HQ terão uma ótima opção de diversão esta semana, pois foi lançado ontem o segundo filme dos Vingadores. Desta vez a turma de super-heróis terá que salvar o mundo das ameaças de Ultron (voz de James Spader). Fruto de um projeto malsucedido de Tony Stark (Robert Downey Jr.), o vilão é um robô que deseja destruir a reça humana.

Na tentativa de salvar o mundo o Homem de Ferro, Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) unem-se novamente. No entanto, desta vez os heróis vão contar com ajuda de Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) e Visão (Paul Bettany).


Vingadores: A era de Ultron foi dirigido por Joss Whedon, o mesmo diretor do primeiro filme. O filme tem 2 horas e 22 minutos de duração e está passando em diversas salas de cinema.  

Depois desta dica para o fim de semana que tal um cinema depois do trabalho?  

quarta-feira, 12 de março de 2014

Encontro com Milton Santos uma adaptação acadêmica


Poster do documentário
Já falamos aqui de muitos filmes que são baseados, ou adaptados, em romances, jogos e quadrinhos, mas pouco foi dito sobre documentários baseados em obras acadêmicas por isto para inaugurar a seção vamos falar sobre o filme Encontro com Milton Santos: O mundo global visto pelo lado de cá que é um documentário do cineasta Sílvio Tendler, o filme foi lançado em 2002, alguns meses depois da morte do geografo que deu embasamento teórico para a obra cinematográfica.

Com base na obra Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, o filme se divide em três partes que falam das faces da globalização: O mondo como nos fazem vê, a globalização como fábula; O mundo tal qual ele é, a globalização como perversidade; O mundo como ele pode ser, uma outra globalização.

No primeiro bloco temos um breve histórico sobre a globalização. O trabalho argumenta que a primeira globalização aconteceu no período da expansão marítima e da colonização. Neste período as grandes civilizações europeias conquistaram terras além-mar, exterminaram parte da população local, demarcaram as terras sem levar em conta as diferenças culturais e extraíram as riquezas locais. Assim, a primeira globalização, ou globalização do colonialismo, se caracterizou pela ocupação territorial. A segunda começa no século XX e é marcada pela fragmentação de territórios, onde os países desenvolvidos expandiram suas empresas para vários cantos do mundo e fizeram crer que isto beneficiaria os povos locais pela diminuição da distância entre os países e as maiores possibilidades de acesso a informação.

O consenso de Washington, em 1989, propunha reformas para que países da América Latina crescessem economicamente. Mas os métodos ditados – elevação de impostos, atração de investimento estrangeiro e privatizações – só fizeram acelerar a quebra das empresas nacionais levando a grandes demissões e aumento do número dos desempregados. As empresas internacionais, no entanto, passaram a fragmentar sua linha de produção e criar filiais em diversos países, desta forma estas puderam pagar preços menores aos seus operários, que sem outra opção de emprego acaba por aceitar as más condições de trabalho e o pequeno salário. O único objetivo da globalização desta forma é cada vez mais a busca por maiores lucros sem se importar com o bem-estar dos trabalhadores e desenvolvimento social dos países onde a filial de uma fábrica está instalada.

Na globalização como perversidade podemos observar cada vez mais o aumento do desemprego, da pobreza e diminuição da qualidade de vida. As massas tendem a buscar dia após dia algum emprego, mesmo os que pagam pouco. Nas empresas os salários tendem a baixar, e a fome e desabrigo se generaliza entre a população. Ao mesmo tempo, as fábricas de alimento produzem um número elevado de comida e deixa a questão de que a fome não é um problema de produção, mas sim de distribuição, pois, como diz Santos no filme “não é que não haja alimento, apenas nós decidimos que alguns não podem comer”. Esta fala pode ser muito bem ilustrada por outro filme, Ilha das Flores de Jorge Furtado, o filme mostra, entre outras coisas, a produção de lixo de uma cidade grande e nele podemos perceber que até a decisão de quem vai poder colher restos de lixo orgânico é feita pelo dono do chiqueiro, que abre as portas para a população faminta coletar restos de alimentos dos porcos.

A globalização envolveu de tal maneira os povos na ideia de os países economicamente desenvolvidos são lugares da liberdade, igualdade e possibilidades de riquezas que fez a cada ano milhares de pessoas saiam dos seus países de origem de forma clandestina para tentar a surte no mundo capitalista. Contudo o que estas pessoas encontram são as forças nacionais que armadas procuram, capturam e expulsam os clandestinos.

Um pronunciamento de Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, no entanto chama atenção. Na época que foi produzido o filme, 2001, os brasileiros que entravam no país de forma clandestina não eram bem-vindos. No atual momento econômico internacional em que a crise afeta diversos países, os EUA perceberam que os brasileiros são grandes consumidores e acabaram por abrir as portas para os brasileiros. A pesar de o contexto ser diferente isto mostra que a política globalizante atual visa exclusivamente a busca de lucro e para isto muitas vezes passa por cima das decisões tomadas anteriormente.

A terceira parte do documentário mostra o mundo como ele pode ser, ou o mundo globalizado feito pelas camadas populares. Neste pensamento as massas populares podem se apropriar das possibilidades técnicas da modernidade e construir uma nova visão de mundo, uma visão diferente da mostrada pela grande mídia que normalmente pertencem a conglomerados econômicos e assim tendem a passar ideais destes grupos. Nesta outra globalização os grupos sociais que vivem a margem do sistema capitalista irão se apropriar destes instrumentos técnicos e artísticos, como câmeras filmadoras, internet, música e teatro e irão recontar a história da periferia o que irá tornar conhecida sua visão de mundo criando uma versão dos fatos diferente da mídia tradicional.

Segundo Milton nunca antes tivemos as possibilidades técnicas de construir outro mundo, apenas estas técnicas foram expropriadas por um número pequeno de empresas ou grupos sociais e cabe a nós fazermos destas condições matérias as condições de uma nova política. O pensamento do geógrafo pode ser comparado com o do sociólogo espanhol Manuel Castells. Este diz que é a sociedade “que dá forma à tecnologia de acordo com as necessidades, valores e interesses das pessoas que utilizam as tecnologias” (2006, p. 17). Então cada grupo social apropriados das técnicas irá impor valores diferenciados a estas partir das suas necessidades. Desta forma os indígenas, exemplificado no documentário, ao utilizar as câmeras de vídeo e internet acabaram por ressignificar estas tecnologias criando conteúdos a partir de sua visão de mundo. Para Milton Santos estas apropriações das técnicas pelas massas populares é que tornará possível a outra globalização.

Apesar de concordar que as novas tecnologias criaram oportunidades para que as massas populares mostrassem sua visão de mundo e que possibilitasse, por exemplo, que jovens do Brasil realizassem em 2013 manifestações organizadas pela internet, não acredito que isto sozinho possa modificar a organização econômica atual. Contudo acredito e concordo que o feito hoje por estes grupos acaba por chamar a atenção do poder econômico para a necessidade de transformação.

Por fim, deve-se especificar o documentário com características de modo expositivo que segundo Nichols (2010) é o tipo que agrupa dados do mundo histórico numa estrutura retórico-argumentativa e expõe um ponto de vista. Assim a obra é uma interpretação da vida real e parte do olhar subjetivo dos realizadores. Desta forma o documentário, e as ideias de Santos contidas nesta obra, é apenas uma das várias visões sobre o mundo globalizado podendo existir várias outras que podem complementar ou até mesmo contrariar as ideias contidas no livro de Santos ou no filme.

sábado, 4 de maio de 2013

Dica da Semana: Meu Pé de Laranja Lima


Quem nunca leu quando era criança Meu Pé de Laranja Lima, escrito por José Mauro de Vasconcelos, deveria ler agora. Apesar de ser uma história infantil o livro é marcado por aspectos reais como pobreza, desemprego e violência infantil que emocionam não só as crianças, mas também os adultos. 
Obra teve primeira adaptação em 1970

O romance juvenil foi publicado em 1968. Escrito em 12 dias Meu pé de Laranja Lima bateu recordes de vendagem logo na primeira publicação. Hoje o livro está na 221ª edição, com cerca de meio milhão de exemplares vendidos. A obra não foi sucesso de público somente no Brasil, onde foi adotado pelas escolas, mas conquistou também diversos outros países sendo traduzido para 52 línguas e publicado em 19 países. 

A obra de Vasconcelos alcançou tanto sucesso que em 1970 teve sua primeira adaptação ao cinema. O drama foi dirigido por Aurélio Teixeira e foi na época sucesso de bilheteria. Além do cinema o livro também foi adaptado para TV, com as novelas homônimas exibidas pela Rede Tupi (1970) e Bandeirantes (1980 e 1998).  

Em abril de 2013 foi lançada a segunda adaptação do livro de José Mauro de Vasconcelos. A ideia do filme nasceu em 2004 quando a produtora  Kátia Machado pediu a Marcos Bernstein e Melanie Dimantas que escrevessem o roteiro. 

Para adaptar a obra os roteiristas fizeram algumas modificações na história original e deram um sentido mais atual ao longa. No site Cinema em Casa o diretor Marcos Bernstein informa que se buscava uma dinâmica mais contemporânea  “Ele tem um tempo de situar a história, estabelecer o universo do Zezé, a casa dele, do que ele está tentando escapar, mas acho que ele vai ganhando um ritmo que é um ritmo mais contemporâneo...”. 

Por causa na demora no financiamento de filmes no país o filme Meu Pé de Laranja Lima perdeu a coprodução com a França tendo que reformular o projeto inicial o que fez atrasar o lançamento do longa. Foram dez anos para ser o filme ser adaptado.  

O drama Meu Pé de Laranja Lima foi dirigido por Marcos Bernstein e tem como elenco principal o ator mirim João Guilherme Ávila como Zezé, e José de Abreu como Portuga. O filme foi lançado pela primeira vez no Festival do Rio de 2012. 




quarta-feira, 1 de maio de 2013

Divergente é promessa para os jovens em 2014


Um filme que promete fazer sucesso com os jovens em 2014 será Divergente. Ficção científica dirigido por Neil Burger o romance é baseado no primeiro livro da série de Veronica Roth.

O livro Divergente foi lançado em abril de 2011, mas só chegou no brasil em 2012. O romance tornou-se um  best-seller do The New York Times alcançando o primeiro lugar entre os livros mais vendidos. 

Os direitos foi comprado em pela pela Summit Entertainment por US$ 5,5 milhões. As gravações foram realizadas em Chicago, EUA, onde a trama acontece e previsao é de estreia do filme para março de 2014.


Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Em Chamas e as expectativas

Sabe quando você fica ansiosa para vê aquele filme no cinema? Pois então sabe como eu estou na expectativa para assistir o filme Em Chamas, longa com direção de Francis Lawrence e adaptado da obra de Suzanne Collins.


Para quem leu o primeiro livro da série e assistiu a sua adaptação conhece pequenas diferenças entre as duas produções, como o pingente dado pela amiga de Ktiniss e que no filme foi comprado pela própria. Estas mudanças na forma de contar uma história adaptada de um livro existem por causa das diferenças de linguagem entre as duas produções o que impede muitas vezes do filme sair exatamente igual ao livro, assim os roteiristas criam formas de sintetizar e dá maior agilidade no enredo.

No entanto, o que mais aumenta minha expectativa em relação a Em Chamas é, além de saber como os roteiristas resolveram a questão do pingente, que novamente é falado na história, é vê o desenvolvimento e crescimento politico desta história.  

A continuação de Jogos Vorazes, Em Chamas está prevista para entrar em cartaz em novembro deste ano.

sexta-feira, 22 de março de 2013

O Mistério do Cinco Estrelas pode virar filme

Quem nunca leu um livro da série Vaga-Lume não teve infância. A coleção da Editora Ática é voltada ao público infantojuvenil e já publicou várias obras sucessos conhecidas, entre elas o livro O Mistério do Cinco Estrelas, história que será adaptada aos cinemas.

O Mistério do Cinco Estrelas foi escrito por Marcos Rey em 1981e já vendeu 5 milhões de exemplares. O enredo envolve o mensageiro de um luxuoso hotel, que presenciou acontecimentos importantes de um misterioso assassinato entre hospedes. Os empregados do hotel decidem então investigar o caso e se livrar de suspeitas que poderiam cair em cima deles.

Em 2011 a RT Features, produtora de conteúdos de entretenimento, comprou os diretos autorais sobre a obra para realizar adaptação cinematográfica. O roteiro do filme vai ficar com o paulista André Sirangelo. Mas apesar dos rumores o filme não tem data de estréia e ainda procura por diretores, para dar início à produção. Só nos resta então ficar esperando o lançamento.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

História de Poirot foi adaptada em 1974

A autora de romances policiais mais famosos do mundo, Agatha Christie publicou cerca de 80 obras que sãos segundo o wikipédia os livros “mais traduzidos de todo o planeta”. Várias de suas obras foram adaptadas para o teatro e para o cinema sendo Assassinato no Expresso do Oriente um dos mais conhecidos. 

Protagonizado por um dos detetives mais famosos do mundo literário, Hercule Poirot,  a obra Assassinato no Expresso do Oriente, de  Agatha Christie, foi publicado em 1934. No enredo o detetive Poirot tem que descobrir o assassino de um passageiro no Orient Express. O detetive descobre durante a investigação que todos os passageiros tinham motivos para matar a vítima e que este era suspeito de um sequestro de bebê de um passageiros.

Em 1974 a história do Assassinato no Expresso do Oriente foi adaptado ao cinema. O filme foi dirigido por Sidney Lumet e teve como interprete de Poirot o ator Albert Finney (007 - Operação Skyfall). O filme venceu o Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante (Ingrid Bergman), e foi indicado nas categorias de melhor ator (Albert Finney), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Johnny Depp interpretará criminoso em Black Mass


O livro Black Mass: The True Story of an Unholy Alliance Between the FBI and the Irish Mob, escrito pelos jornalistas do Boston Globe, Dick Lehr e Gerland O'Neil. Mark é uma biografia sobre um dos criminosos mais famosos doe Boston, o Whitey Bulger. O mafioso era irmão de um senador dos Estados Unidos que trabalhava como informante do FBI. Após ser traído pela agencia torna-se um dos homens mais procurados do país.


O começos das filmagens para a adaptação do livros estão agendadas para maio. O filme será Dirigido por Barry Levinson, a produção ficará por conta da Cross Creek e distribuição nos EUA com a Universal Pictures. Para interpretar o protagonista Black Mass foi escolhido o ator Johnny Depp.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dica da Semana: João e Maria Caçadores de Bruxa

Nas vésperas do carnaval porque não assistir ao filme mais visto no Brasil no primeiro final de semana de estreia. João e Maria Caçadores de Bruxa está entre as melhores versões de contos de fadas.   

Lançado no dia 25 de janeiro, o filme conta as aventuras de João e Maria após se livrarem de um incidente na casa de uma bruxa. 15 anos depois do episódio os irmãos voltam como caçadores de bruxas. 

Para ambientar e relembrar aos expectadores a história dos Irmãos, o filme remonta nos primeiros minutos o conto de fadas, depois disto o filme é só agitação com apresentação de João e Maria já crescidos. A partir daí o filme passa a apresentar a sua trama, os protagonistas devem encontrar e dar fim nas bruxas que estão levando crianças de um pequeno vilarejo. Nesta busca os irmãos acabam por descobrir o segredo de sua família e porque os pais os abandonaram a própria sorte quando crianças.   

Quem nunca se perguntou, quando criança, qual seria o destino dos nossos personagens favoritos?  O que torna esta versão de um conto interessante é exatamente esta possibilidade de “saber” o que aconteceu com João e Maria depois dos acontecimentos na casa de doces. E sinceramente eu não daria um final mais justo aos irmãos abandonados pelos pais do que se vingar das bruxas que os atormentam quando crianças. 

Além da possibilidade de conhecer o destino dos irmãos o filme agrada também pelo número de cenas de ação. Em contraste com a maioria dos contos de fadas o filme é uma sucessão de ataques e pancadaria que agrada ao expectador que se interessa pelo gênero. No final o longa não deixou satisfazer até a minha tia que antes de assistir ao filme estava convencida de que não ia gostar. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Jogos Vorazes e o romance pano de fundo

Qual será o escolhido?

É sempre bom falar sobre o que se gosta, por isto sempre tento escrever sobre adaptações de livros, mas quando uma história supera minhas expectativas tenho muito mais gosto em escrever sobre ela. Foi assim como Jogos Vorazes (leia mais sobre o filme aqui). 

A primeira aproximação que tive com a trama foi quando minha prima disse que tinha assistido ao filme mas que não tinha gostado.  Apesar de respeitar o gosto dela e achar que em alguns momentos nossos interesses por gêneros de filmes não coincidem (ela gosta de Crepúsculo, eu de Harry Potter, por exemplo) e também considero que as vezes as pessoas possam errar nos julgamentos, então resolvi assistir ao filme. 

Como já esperava, achei o filme mais interessante do que ela tinha me dito. Claro, não era o filme mais extraordinário que já tinha visto, mas ele tem seus pontos fortes. Claro que muitas coisas foram fracas também, exemplo disso é que parece sempre que falta algo e que a não complementa a narrativa. Mas isto não é exclusividade de Jogos Vorazes muitas adaptações tem o mesmo problema. Contudo o que chamou minha atenção foi que o enredo não tem aquele bla, bla, blá romântico de muitas histórias, mesmo o tendo como pano de fundo e que parece se desenvolver nos próximos filmes. Foi este ponto, em soma com a trama principal - os Jogos ao quais jovens de 12 distritos são obrigados a participar sendo o vencedor o último sobrevivente - que me fez ficar interessada pelo livro. Então parti para o primeiro livro da trilogia. 

Logo nas primeiras páginas você sente que a obra tem mais historia a oferecer do que o filme mostrou, explicando já no inicio toda a história da formação da nação e do porque dos Jogos Vorazes, todos os pontos vagos e que ficam meio sem sentido no filme são aprofundados dando uma amarra na história. 

O romance que é pano de fundo para estória acontece entre os protagonistas Katniss Everdeen e o segundo tributo do Distrito 12 Peeta Mellark. Apesar de Katniss não acreditar, achando inclusive que tudo faz parte de estratégia de jogo, o seu colega Peeta é apaixonado por ela. No decorrer da trama a garota e Peeta tornam-se aliados e a garota passa a demonstrar, mesmo sem perceber, o inicio de uma paixão. Só para deixar ainda mais instigante a trama a garota também parece nutrir sentimento por seu melhor amigo Gale Hawthorne. A história finaliza com Katniss e Peeta saindo como os vencedores o faz com que os realizadores dos Jogos fiquem desconfiados com o romance dos dois. Este é o ponto de ligação entre a história que será desenvolvida no segundo livro – Em Chamas. 

Esta parte da estória, o romance dos protagonistas, é muito pouco desenvolvida no filme e não deixou, pelo menos para mim, a impressão de que a garota começava a sentir algo por Peeta e de que sua estratégia final seria tão repreendida pelos organizadores dos Jogos.  

Por fim não me pergunte - e também não me diga, com qual dos rapazes a garota fica no final da história, pois ainda não li os outros livros. Agora só nos resta lê Em Chamas ou esperar por sua estreia nos cinemas.     

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mais um filme baseado em Dan Brown esta programado para 2013


Quem gostou de vê Tom Hanks interpretando Robert Langdon, um simbologista de Havard que tenta desvendar mistérios relacionados a relíquias da igreja nos filmes O Código da Vinci e Anjos e Demônios, poderá voltar a vê-lo vivendo o personagem no próximo longa da franquia.

O Símbolo Perdido é o terceiro e último filme da franquia que é baseada em livros do auto Dan Brown. É característica do escritor da trilogia se basear em fatos, acontecimentos e até argumentos defendido por cientistas e historiadores o que dão as suas histórias um fundo de verdade.   

Com direção de Mark Romanek e roteiro por conta de Danny Strong, neste novo filme o professor tenta salvar a vida do seu mentor que foi sequestrado, para isto tem que localizar “um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontra”.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Divergente, livro lançado em 2012 será adaptado aos cinemas


Sucesso de vendas nos Estados Unidos o primeiro livro da trilogia Divergente escrita por Veronica Roth foi lançado em 2012. Com o grande numero de fãs que a história conquistou, alcançou o primeiro lugar dos mais vendidos do New York Time, a Summit Entertainment resolveu lança-lo como filme. 

Com data de lançamento marcada para março de 2014 a obra narra sobre uma garota de 16 anos no futuro, que deve decidir se juntar entre uma das cinco facções facções ideológicas para estabilizar a sociedade e manter a paz. 




sábado, 26 de janeiro de 2013

Dica da Semana: O Iluminado



Filme ganhou na nossa enquete de melhor adaptação de terror 

Escrito por Stephen King o livro foi lançado em 1977 e é o terceiro escrito pelo autor e o seu primeiro best-seller. O sucesso do livro foi tanto que em 1980 foi lançado o filme baseado na obra. 

Dirigido por Stanley Kubrick O Iluminado também foi um sucesso nos cinemas sendo considerado até hoje como um dos melhores filmes do diretor.  Não é atoa então que o longa tenha ganhado na enquete do Sobre Livros e Filmes que selecionou as melhores adaptações de terror. 

O filme fala sobre uma família isolada em um hotel em que visões atormentam o pai da família. Seu filho, que consegue revê os acontecimentos passados é o único capaz de livrar a família dos tormentos do passado.  


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dezesseis Luas estreia em março

Romance é considerado novo Crepúsculo

Mais uma série de filmes adaptados de saga de livros tem estreia este ano. Já para março esta prevista o lançamento de Dezesseis Luas.

O filme de Richard LaGravenese (P.S. Eu Te Amo) é adaptado da obra dos escritores Kami Garcia e Margaret Stohl e é um dos favoritos para substituir a série mundialmente famosa Crepúsculo.

O longa é a primeira adaptação da saga de livros Beautiful Creatures, que une romance e feitiçaria. Segundo o Adorocinema a trama conta a vida de Ethan um rapaz que não tem muitos amigos e sonha constantemente com uma misteriosa garota. Um dia ele conhece Lenae es dois se apaixonam e descobre que a adolescente possui poderes sobrenaturais. Juntos, Ethan e Lenna irão descobrir segredos de suas famílias e tentar quebrar uma terrível maldição.

Para os fãs só resta agora ficar esperando para conferir se o filme irá realmente tomar o lugar de Crepúsculo como melhor romance.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Adaptado do livro de Tolkien o Hobbit será trilogia nos cinemas


Para o delírio dos fãs de Senhor dos Anéis depois de nove anos do lançamento do último filme da trilogia o filme o Hobbit entrou em cartaz nos cinemas. O longa que é uma adaptação de um livro anterior ao Senhor dos Anéis, conta as aventuras do Hobbit Bilbo antes de encontrar o Anel que será tema da trilogia que marca a jornada de Sr. Frodo e seus companheiros.

O trabalho de transformar o livro em três filmes foi realizado pelo diretor Peter Jackson que juntamente com Philippa Boyens conseguiu produzir um roteiro tão atraente para os já conquistados fãs de Tolkien quanto aos novos espectadores.

Para conquistar os novos fãs e situa-los nos filmes anteriores, o Hobbit faz uma breve introdução com a apresentação de alguns acontecimentos que deram início a jornada de Frodo e amigos para destruir o anel, são as cenas de Bilbo antes do seu aniversário.

Para os fãs já conquistados estas cenas têm um prazer a mais. Ver novamente o Sr. Frodo e estar novamente na Terra Média é como matar saudades de um velho amigo ao qual foi por algum tempo morar distante.Após esta apresentação o filme volta 60 anos e conta como o Hobbit Bilbo passou a se aventurar com o Mago Gandalf e 13 anões que buscam retornar as suas terras.

Com momentos engraçados o longa trata, como informa o site adoro cinema “seus personagens com respeito e carinho, e não deixa de lado elementos importantes do livro, como as canções dos anões”.

Momento marcante no filme é a cena em que Gandallf reencontra a elfo Galadriel, no momento os personagens desenvolvem um diálogo que fazem referencia a passagem de tempo desde o último filme e sobre os aspectos físicos dos atores/personagens, enquanto Galadriel fala que o
Mago está mais velho, Gandalf a elogia pela sua juventude e diz que o tempo parece não ter passado para ela.

Não é só por causa do retorno da história e dos personagens que o filme é um sucesso. O diretor Peter Jackson conseguiu manter uma história agradável e sem enrolar ao dividir a narrativa de um livro em três filmes. A produção é muito boa com a criação do ambiente da Terra Média e da caracterização dos personagens. E nem precisa falar do elenco de grandes atores e dos aparatos tecnológicos do filme. O único ponto ruim é ter que esperar até o final do ano para poder assistir a seqüência: O Hobbit –A Desolação de Smaug.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dica da Semana: Diário de um Jornalista Bêbado


Lançado em 2011 o longa é baseado no romance de Hunter S. Thompson e conta a vida do jornalista Paul Kemp após este viajar para Porto Rico e passar a trabalhar lá.


O livro é uma autobiografia que conta sobre o período que Thompson trabalhou em um jornal em Porto Rico. Lançado em 2008, este foi o segundo romance escrito pelo jornalista conhecido como criador do jornalismo gonzo¹.


Dirigido por Bruce Robinson, a adaptação do livro foi uma proposta do ator e amigo intimo de Thompson, Johnny Depp, que ficou alguns anos insistindo para que a proposta saísse do papel. Grande imitador do jornalista, segundo o site omelete, é o próprio Depp interpreta o personagem principal.




Trailer 






segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Orgulho e Preconceito - um Clássico transformado em longa

Última adaptação aconteceu em 2005
Seja na literatura ou no cinema, um clássico sempre é um clássico. Mas quando um clássico literário é adaptado ao cinema a curiosidade aparece na sua melhor forma para tentar descobrir de o filme faz justiça ao livro. Foi pela curiosidade de saber se o filme Orgulho e Preconceito era mesmo parecido com o livro, como tinha dito minha prima, que resolvi ler e depois assistir o filme. Mas antes para ter uma noção do que foi o livro vou falar um pouco sobre o livro e a época em que ela viveu.

Orgulho e Preconceito foi escrito pela britânica Jane Austin e publicado pela primeira vez em 1813. “A história mostra a maneira com que a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Elizabeth é a segunda de 5 filhas de um proprietário rural na cidade fictícia de Meryton, em Hertfordshire, não muito longe de Londres”¹.

Com aproximadamente 20 milhões de cópias vendidas pelo mundo, o livro é famoso pela forma que trata as questões morais da época, pela intenção de mostrar que a forma que os pais lidam com a educação corresponde com o que estes serão no futuro.

A história já foi adaptada para TV, em 1980 e 1995, quatro vezes para o teatro e também quatro vezes para o cinema, a última vez em 2005. Este último será o objeto da nossa analise.

Dirigido por Joe Wright e com adaptação de roteiro de Deborah Moggach o filme foi lançado em 16 de setembro de 2005 no Reino Unido, e em 10 de fevereiro de 2006 no Brasil.

Para quem gosta de uma adaptação fiel e sem muitas mudanças no história original este filmes não deixa nada em falta. O filme foi muito dinãmico ao entrelaçar histórias que no livro acontecem separados. Este fato deu ao longa um dinamismo que de outra forma o tornaria lento, e eu arisco até desagradável para assistir. Outro aspecto que deu maior dinamismo a história foi o fato de terem sido excluídos no filmes alguns personagens, pois como personagens de apoio eles tinham pouco peso na história sendo desnecessária
no loga. Entre os excluídos estavam Louisa Hurst, Sr. Hurst, Maria Lucas, Sr. e Sra. Phillips.

Para quem gosta de uma adaptação que não mude muito a história original um aspecto interessante do filme é que os diálogos dos personagens parecem ter sido retirado do livro sem nenhum acrecimo ou falta de palavras. Contudo e por isto mesmo o texto não inova muito para o cinema, fica faltando algo no filme inteiro que te chame e desperte um interesse diferente do livro.

Um fato que também deixa a desejar é a abordagem superficial de alguns personagens como o pai de Elizabeth. Figura que juntamente com a mãe é destaque no circulo familiar da protagonista o Sr. Bennet é capaz de certos caprichos e brincadeiras no livro que no filme fica faltando, excluindo quase que totalmente o tom de humor que circula o personagem.

Mas não foi estas faltas que fez o filme ser um insucesso. Logo na primeira semana a história foi a mas vista nos cinemas do Reino Unido. Arrecadou nas primeiras 14 mil libras e mundialmente 121.147.947 de dólares, segundo o Box Office.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O que tem 50 Tons de Cinzas?

Antes de ler o livro 50 Tons de Cinzas me perguntava o que é o livro tinha de tao interessante para ser alvo de tantos comentários e burburinho. Ao ler fiquei admirada em saber que o livro com história tão superficial, fosse um dos que mais tem sido vendido nas livrarias. A história deixou a desejar totalmente a esta leitora que na metade do primeiro livro já tinha cansado de tanta lenga-lenga.

Mesmo achando tudo muito sem graça resolvi dá a oportunidade a história e a autora de fazer melhor no segundo livro da trilogia e li 50 Tons Mais Escuros. Certamente este, como falou minha prima quando estávamos discutindo sobre o assunto, foi melhor e que o primeiro com problemáticas mais interessantes que o 50 Tons de Cinza, mas ainda sim a história promete mais do que cumpre, parece sempre que quando finalmente vai ficar melhor a autora simplesmente não desenvolve o tema, nos deixando só na vontade.

Não sou daquelas pessoas que só lê e gosta dos clássicos, admiro muitas obras que os críticos menosprezam, mas a minha decepção com a história foi tão grande que não tive ainda, e não sei se vou ter pelo próximo século, a vontade de ler o terceiro e último livro o 50 Tons de Liberdade.

Mas mesmo com tantas problemáticas devo falar de uma coisa interessante da história, a sua capacidade de prender o leitor. Não sei se pela simplicidade da escrita ou da vontade de terminar logo, mas li os dois primeiros livros em poucos dias.
Com a visibilidade que a história tem ganhado os seus direitos foram comprados e os livros serão adaptados para os cinemas. Diante das expectativas dos recentes fãs pelo filme e da procura pelos atores que irão interpretar os personagens que irão dá vida ao casal da história, fica minha suplica para que os filmes sejam mais interessantes e bem desenvolvidos que os livros.





sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dica da semana: Jogos Vorazes


Sucesso de público e crítica a trilogia criada pela escritora Suzanne Collins é uma narrativa que explora um mundo pós-apocalíptico numa metrópole onde são realizados os Jogos Vorazes onde que garotos e garotas de doze a dezoito anos são selecionados para participar de batalha televisionada na qual apenas um sai sobrevivente.

Traduzido para 26 idiomas, o primeiro livro foi lançado em 2008 nos EUA e 2010 no Brasil A sua primeira edição teve “50 mil exemplares nos Estados Unidos, mais tarde aumentada para 200 mil”¹ .  Não foi só nas vendagens que o livro teve sucesso, os críticos literários avaliaram de forma positiva a história afirmando que contem um bom roteiro e ritmo. Segundo o wikpédia Stephen King por exemplo escreveu "não tem nada de espetacular - as palavras descrevem a ação e pouco mais", mas sua força vem da convincente construção do universo e da memorável, complexa e fascinante heroína".

Em março de 2012 estreou no Brasil o filme Jogos Vorazes.  Assim como o livro o longa foi sucesso de público durante o tempo que ficou em cartaz. Com ajuda do diretor Gary Ross e revisão de Billy Rae o roteiro foi escrito pela própria autora do livro. Com interpretação de Jennifer Lawrence no papel de Katniss Everdeen, Josh Hutcherson como Peeta e Liam Hemsworth como Gale o filme arrecadou cerca de 25 milhões na primeira semana em cartaz.

O próximo filme da trilogia Jogos Vorazes - Em Chamas está sendo filmado na região de Atlanta e tem previsão para estrear em novembro de 2013.

Sinopse
Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes. Fonte: Adoro cinema

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Pequeno Príncipe história encanta crianças e adultos

Um dos personagens mais famosos dos contos infantis foi adaptado ao cinema 1974. O Pequeno Príncipe é um livro conhecido mundialmente e virou musical numa coprodução entre EUA e Reino Unido.

Na lista dos 100 livros do século do Lê Monde, o livro Pequeno Príncipe foi escrito por Antoine de Saint Exupéry. Apesar da leitura simples e direcionada às crianças a história também fascina aos leitores adultos por conter personagens representativos e simbólicos que transbordam filosofia e poética, agradendo a estes dois públicos. “O livro nos leva à reflexão sobre a maneira de nos tornarmos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos”1 .

Baseado no livro escrito em 1943, o musical lançado em 1974 teve a direção de Stanley Donen. O personagem do piloto foi interpretado por Richard Kiley e o principe por Steven Warner.